Para quem se recorre quando negam
A Lei de Acesso à Informação é nacional, mas a escada de recursos é local: cada estado e cada município define, por decreto próprio, quem julga o recurso quando um pedido é negado. Errar a instância custa semanas. Este é o mapa — 27 entes, o governo federal e 27 capitais, conferidos um a um na fonte oficial.
Antes de recorrer, três coisas
- O prazo é curto: 10 dias por instância, contados da negativa (art. 15 da Lei 12.527/2011 no âmbito federal; os entes replicam o prazo). Perdido o prazo, resta refazer o pedido.
- Negativa sem fundamento é, ela mesma, um achado. O órgão tem de indicar o dispositivo legal que embasa a restrição, o prazo de sigilo e a autoridade classificadora. Se não indicou, isso vai no seu recurso.
- Na dúvida, comece pelo primeiro degrau. O recurso à autoridade hierarquicamente superior à que negou vale em qualquer ente. É o passo que nunca está errado.
As três armadilhas deste mapa
São os erros que o levantamento encontrou repetidos em fontes secundárias — e que fazem um recurso ir parar no lugar errado:
- A escada é estadual, nunca federal. A instância final de um pedido a um órgão estadual é sempre um órgão daquele estado — comissão própria ou Controladoria. Nunca a CGU ou a CMRI federal.
- Plataforma não é instância. 6 dos 27 entes usam o Fala.BR, a plataforma federal, como canal (MS, PI, TO, AC, RR, AM) — e mesmo neles a instância final continua sendo estadual. Entre as 27 capitais, 3 usam o Fala.BR; as demais têm canal próprio. Na esfera federal, o pedido passou a ser registrado no Informa.BR em julho de 2026 (as duas portas); o anúncio trata do governo federal, não dos entes que usam o Fala.BR como canal.
- Comissão de sigilo não é a escada do pedido comum. Vários entes têm uma comissão que só trata de reclassificação de sigilo. Ela não julga o recurso de um pedido comum negado — e fontes secundárias erram exatamente aqui.
Governo federal
Escada: autoridade superior (1ª) → autoridade máxima (2ª) → CGU (3ª) → CMRI (4ª e última); Dec. 7.724/2012, arts. 21, 23 e 24.
Instância final: CMRI — Comissão Mista de Reavaliação de Informações.
Canal: Informa.BR (informabr.cgu.gov.br), desde julho de 2026; o Fala.BR segue só para ouvidoria.
Estados e Distrito Federal
| UF | Instância final | Degraus | Base legal | Canal | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|
| SP | autoridade superior → CGE → CEAI (Comissão Estadual de Acesso à Informação) | 3 | Dec. 68.155/2023 (arts. 19–21 e 49) | Fala.SP | verificado |
| SC | autoridade máxima → titular da Casa Civil → CMAI (Comissão Mista de Acesso à Informação) | 3 | Dec. 1.048/2012, arts. 22 e 22-A (red. Dec. 1.524/2021 e Dec. 1.622/2026) | Sistema de Ouvidoria (Ouvidoria-Geral, na Casa Civil) | parcial — 2ª e 3ª instâncias lidas no Dec. 1.622/2026, de 23/07/2026, que tirou a Controladoria da escada; a 1ª instância (autoridade máxima) foi conferida em cartilha oficial do Executivo, não no texto do decreto |
| RJ | CGE-RJ, por meio da Ouvidoria e Transparência Geral do Estado | 3 | Dec. 46.475/2018 | OuvERJ (rj.gov.br/ouverj) | parcial — escada e canal conferidos na Carta de Serviços da CGE-RJ (novembro de 2025); o texto do Dec. 46.475/2018 não pôde ser lido em fonte oficial nesta conferência, e o papel decisório do Governador, que o levantamento de julho registrava, não foi confirmado |
| MG | Controlador-Geral do Estado (CGE-MG) decide sozinho (art. 25) | 3 | Dec. 45.969/2012 (red. Dec. 48.895/2024, que revogou o recurso à CMRI) | e-SIC (acessoainformacao.mg.gov.br) | verificado |
| RS | CMRI/RS (Comissão Mista de Reavaliação de Informações) | 2 | Dec. 49.111/2012 (regimento 51.111/2014) | e-SIC (Ouvidoria-Geral) | verificado |
| PR | Comissão Mista de Reavaliação de Informações | 2 | Dec. 10.285/2014 (Lei 16.595/2010) | SIC (Portal Transparência PR) | verificado |
| BA | CGAI (Comitê Gestor de Acesso à Informação), em última instância | 2 | Lei 12.618/2012; Dec. 24.375/2026 (arts. 27–29); CGAI regido pelo Dec. 17.611/2017, revogado em parte | TAG (Sistema de Ouvidoria e Gestão Pública) | verificado |
| CE | Conselho Estadual de Acesso à Informação | 2 | Lei 15.175/2012; Dec. 36.552/2025 | Ceará Transparente | verificado |
| PE | CAI (Comitê de Acesso à Informação, coord. SCGE) | 2 | Lei 14.804/2012; Dec. 38.787/2012 (até 42.055/2015) | e-SIC (Ouve.PE) | verificado |
| GO | topo bifurcado: CMRI (mérito/sigilo) ou CGE (aspectos formais) | 3 | Lei 18.025/2013 (alt. 22.060/2023); Dec. 10.306/2023 | e-SIC (ouvidoria CGE) | verificado |
| PA | CRDI (Comissão de Reavaliação de Documentos e Informações), coordenada pela Casa Civil | 4 | Dec. 1.359/2015 (arts. 20–24 e 49); Lei 10.021/2023 | e-SIC (sistemas.pa.gov.br/esic) | parcial — o decreto chama a 3ª instância de Auditoria-Geral do Estado; a Lei 10.021/2023 transformou a AGE em Controladoria-Geral, mas não há texto compilado do decreto que a renomeie |
| DF | CGDF (Controladoria-Geral do DF) | 3 | Lei 4.990/2012; Dec. 34.276/2013 (o órgão do art. 24 foi renomeado CGDF pelo Dec. 36.236/2015) | Participa DF | verificado |
| ES | CMRI-ES (Comissão Mista de Reavaliação de Informações) | 3 | Dec. 3.152-R/2012 (Lei 9.871/2012) | e-SIC próprio | verificado |
| MT | CMRI-MT, depois do recurso ao Secretário-Controlador Geral do Estado | 2 | Dec. 806/2021 (arts. 25–26) | Fale Cidadão (CGE-MT) | verificado |
| MS | Ouvidor-Geral do Estado (OGE, na CGE-MS) | 2 | Dec. 16.352/2023 (Lei 4.416/2013) | Fala.BR | verificado |
| MA | CMRI-MA | 3 | Lei 10.217/2015 (art. 27 cria a CMRI) | e-SIC (e-sic.ma.gov.br) | parcial — escada (dirigente máximo → STC → CMRI) conferida nas cartas de serviço oficiais da STC em 29/10/2026; o texto da Lei 10.217/2015 não foi lido — o endereço oficial da legislação não resolve |
| PB | Comissão Mista Estadual de Reavaliação de Informações | 4 | Dec. 33.050/2012 | e-SIC (sic.pb.gov.br) | verificado |
| RN | CMRI/RN | 4 | Lei 9.963/2015 + Dec. 25.399/2015 | e-SIC (sic.rn.gov.br) | verificado |
| PI | CMRI/PI | 4 | Dec. 15.188/2013 | Fala.BR | verificado |
| AL | Comissão Mista de Acesso às Informações (nome atípico) | 3 | Lei 8.087/2019 + Dec. 91.823/2023 | e-SIC (e-sic.al.gov.br) | verificado |
| SE | Comissão Mista de Reavaliação e Recurso | 3 | Dec. 30.947/2017 | e-SIC próprio | verificado |
| TO | CMRI | 3 | Dec. 4.839/2013 | Fala.BR | verificado |
| AC | CCDI (Comissão de Classificação de Documentos, Dados e Informações, que julga também o recurso comum — atípico) | 3 | Dec. 7.977/2014 (alt. Dec. 9.124/2018 e Dec. 11.845/2026) | Fala.BR | verificado |
| RO | CMRI | 4 | Lei 3.166/2013 + Dec. 17.145/2012 (alt. Dec. 28.891/2024) | e-SIC (esic.cge.ro.gov.br) | verificado |
| RR | CPGAI (Comissão Permanente de Gestão do Acesso à Informação) | 1 a 2 (ver nota) | Dec. 20.477-E/2016 (alt. Dec. 35.580-E/2024) | Fala.BR | parcial — o art. 26 manda o recurso contra a negativa direto à CPGAI, e o art. 7º, V diz que ela decide recurso contra decisão de Secretário de Estado; se há recurso prévio ao gestor na prática não foi confirmado; texto lido em cópia oficial, não no diário |
| AM | CMRI | 3 | Dec. 48.999/2024 | Fala.BR | verificado |
| AP | CGE-AP (Controladoria-Geral do Estado) | 3 | Dec. 1.956/2019 (Lei 2.149/2017) | OUV Amapá (e-SIC integrado) | verificado |
27 capitais
| Capital | Instância final | Degraus | Base | Plataforma | Confiança |
|---|---|---|---|---|---|
| São Paulo SP | CMAI (Comissão Municipal de Acesso à Informação, colegiada, ligada à CGM) | 3 | Dec. 53.623/2012 (alt. Dec. 54.779/2014) | e-SIC próprio | verificado |
| Rio de Janeiro RJ | CORE-Rio (Comissão de Reavaliação de Informações) | 2 | Dec. Rio 44.745/2018 (alt. Dec. Rio 54.226/2024) | Central 1746 (telefone, site e aplicativo) | verificado |
| Brasília/DF DF | CGDF (Controladoria-Geral do DF, monocrática) | 3 | Lei 4.990/2012 + Dec. 34.276/2013 (órgão renomeado CGDF pelo Dec. 36.236/2015) | Participa DF | verificado |
| Belo Horizonte MG | Comissão Mista de Reavaliação (colegiada; CGM é o 2º degrau) | 3 | Dec. 14.906/2012 (alt. Dec. 17.049/2019) | e-SIC próprio | verificado |
| Salvador BA | autoridade superior (unipessoal; sem colegiado — veto ao art. 16) | 1 | Lei 8.460/2013 + Dec. 24.806/2014 | Fala Salvador | verificado |
| Fortaleza CE | CMAI (Comissão Municipal de Acesso à Informação, colegiada) | 3 | Dec. 13.305/2014 (arts. 19–22) | e-SIC próprio | verificado |
| Curitiba PR | PGM (Procuradoria-Geral do Município — atípico) | 2 | Dec. 2.101/2025 (rev. 1.370/2023) | e-SIC próprio | verificado |
| Recife PE | CGAI (Comitê Gestor de Acesso à Informação, colegiado) | 2 | Lei 17.866/2013 + Dec. 28.527/2015 | e-SIC próprio | parcial — verificado no levantamento de 18/07/2026; na reverificação de 29/10/2026 os sites oficiais da prefeitura não responderam, e a linha não pôde ser relida |
| Porto Alegre RS | CMRI municipal (colegiada) | 2 | Dec. 19.990/2018 (+ 20.129/2018) | e-SIC (Procempa) | verificado |
| Goiânia GO | Prefeito (Chefe do Executivo — inverte a lógica: a Comissão Mista é o 1º degrau) | 2 | Lei 9.262/2013 (art. 21) | e-SIC próprio (www.goiania.go.gov.br/ouvidoria-e-sic/servico-informacao-cidadao) | verificado |
| Rio Branco AC | Chefe do Poder Executivo (2ª instância); 1ª: Conselho Municipal de Transparência e Controle Social | 2 | Dec. 3.556/2012 (alt. Dec. 1.455/2013) | SIC da CGM (portalcgm.riobranco.ac.gov.br/lai) | parcial — instâncias e decreto lidos na página oficial da Controladoria-Geral do Município em 04/09/2026; em 29/10/2026 o portal da CGM deixou de resolver e os arquivos da legislação recusaram acesso, e a linha não pôde ser relida; em 30/10/2026 o domínio seguia sem endereço no DNS público, embora o site da prefeitura ainda aponte para ele, e o portal da transparência do município levava as manifestações ao Fala.BR (sistema.ouvidorias.gov.br/publico/AC/RioBranco), sem dizer se o pedido de acesso também vai por ali |
| Porto Velho RO | Comissão Mista de Reavaliação de Informações municipal (4ª e última), depois do Prefeito (2ª) e da CGM (3ª) | 4 | Dec. 14.565/2017 (arts. 21–24) | e-SIC (portovelho.ro.gov.br/e-sic) | verificado |
| São Luís MA | Comissão Municipal de Acesso à Informação (colegiada; CGM é o 2º degrau) | 3 | Dec. 47.272/2015 (arts. 24–26 e 53) | e-SIC próprio (esic.saoluis.ma.gov.br) | verificado |
| Maceió AL | PGM (Procuradoria-Geral do Município), instância única contra negativa de acesso; o Conselho Gestor julga só desclassificação e reavaliação de sigilo | 1 | Dec. 8.052/2015 (arts. 36–39 e 43) | Informa Maceió (e-SIC) | verificado |
| Aracaju SE | Procurador-Geral do Município | 1 | Dec. 5.360/2016 (arts. 20–23; alt. Dec. 6.604/2021) | e-SIC (aracaju.1doc.com.br, pelo portal da transparência) ou SIC na Ouvidoria-Geral | verificado |
| Belém PA | CMRI (Comissão Mista de Reavaliação de Informações), depois do Ouvidor-Geral do Município | 2 | Dec. 83.857/2015 (arts. 24, 26, 27 e 86) | Sistema da Ouvidoria Geral do Município (ouvidoria.belem.pa.gov.br) | verificado |
| Boa Vista RR | CMRI (Comissão Mista de Reavaliação de Informações) | 3 | Dec. 204/E/2013 (arts. 17–18) | e-SIC do Portal da Transparência, operado pela Controladoria-Geral do Município | parcial — texto lido no diário oficial do município, mas o 2º degrau é ambíguo: o art. 18 manda recorrer à autoridade máxima do órgão e os parágrafos atribuem a decisão à Controladoria-Geral; e o §3º remete a um artigo que não é o da CMRI. Alteração depois de 2023 não pôde ser descartada |
| Campo Grande MS | CMRI (Comissão Mista de Reavaliação de Informações) | 2 | Dec. 15.177/2022 (arts. 17–20) | e-SIC próprio da CGM (sic.campogrande.ms.gov.br) | verificado |
| Cuiabá MT | Comissão Mista de Reavaliação de Informações, depois da Controladoria | 3 | Lei 5.715/2013 (arts. 11–13) | SIC da Ouvidoria Geral do Município (ouvidoria.cuiaba.mt.gov.br) | parcial — escada lida no texto da lei; o órgão do 2º degrau aparece como 'Controladoria e Contabilidade do Município', e o nome atual não foi conferido; decreto posterior a 2023 não pôde ser descartado |
| Florianópolis SC | Controlador-Geral do Município | 2 | Dec. 27.073/2024 (arts. 23–24) | Fala.BR, pela Ouvidoria do município (pmf.sc.gov.br/ouvidoria) | verificado |
| João Pessoa PB | Comissão Mista de Reavaliação de Informações | 4 | Lei 12.645/2013 (arts. 15–19 e 40) | Fala.BR, pelo Portal da Transparência do município | parcial — escada lida no texto da lei; o 3º degrau é a Secretaria de Transparência Pública, que pode ter sido incorporada a outro órgão — a sucessão não foi lida em ato oficial |
| Macapá AP | Comissão Mista de Reavaliação de Informações | 2 | Lei 2.265/2017-PMM (arts. 10–12) | e-SIC da Ouvidoria Geral do Município (macapa.1doc.com.br) ou SIC presencial | verificado |
| Manaus AM | Comissão Municipal de Acesso à Informação (não confirmado) | 3 (não confirmado) | Dec. 4.157/2018 | Fala.BR; SIC da Controladoria-Geral do Município | provável — a página oficial da Controladoria confirma o decreto, o canal e o prazo de 10 dias para recorrer, mas o texto do decreto não pôde ser lido em fonte oficial; a escada vem de resumo de busca de documento oficial que não abriu |
| Natal RN | Comissão Mista de Reavaliação de Informações | 2 | Dec. 10.087/2013 (arts. 10–12) | e-SIC próprio (leideacesso.natal.rn.gov.br) | parcial — texto lido na transcrição publicada no portal e-SIC da prefeitura, não no diário oficial; alteração posterior a 2023 não pôde ser descartada |
| Palmas TO | Comissão Mista de Avaliação e Reavaliação de Informações | 4 | Dec. 462/2013 (arts. 16 e 29–32; alt. Dec. 2.887/2026, que não muda os recursos) | e-SIC próprio (ouvidoria.palmas.to.gov.br/sic) | parcial — escada lida no decreto; o 3º degrau é a Secretaria Municipal de Transparência e Controle Interno, e hoje o e-SIC é gerido pela Controladoria-Geral do Município — a sucessão não foi lida em ato oficial |
| Teresina PI | Autoridade superior do órgão que negou (instância única) | 1 | Dec. 14.605/2014 (arts. 17–18) | e-SIC próprio (esic.teresina.pi.gov.br) | verificado |
| Vitória ES | Conselho Recursal (Procuradoria, Controladoria e Comunicação) | 1 | Lei 8.286/2012 (art. 8º) e Dec. 15.520/2012 (arts. 18–19) | e-SIC próprio (sistemas.vitoria.es.gov.br/sic/lai); recurso pelo Protocolo Geral | verificado |
As 27 capitais — o que foi levantado
27 capitais tiveram a escada recursal levantada — cada uma com a confiança que a fonte permitiu, e a nota do que faltou onde não está verificada. Nos demais municípios, que este mapa não cobre, o primeiro degrau continua valendo: recurso à autoridade superior à que negou, que é correto em qualquer ente.
| Capital | UF | Escada recursal |
|---|---|---|
| Aracaju | SE | levantada — ver acima |
| Belém | PA | levantada — ver acima |
| Belo Horizonte | MG | levantada — ver acima |
| Boa Vista | RR | levantada — ver acima |
| Brasília | DF | levantada — ver acima |
| Campo Grande | MS | levantada — ver acima |
| Cuiabá | MT | levantada — ver acima |
| Curitiba | PR | levantada — ver acima |
| Florianópolis | SC | levantada — ver acima |
| Fortaleza | CE | levantada — ver acima |
| Goiânia | GO | levantada — ver acima |
| João Pessoa | PB | levantada — ver acima |
| Macapá | AP | levantada — ver acima |
| Maceió | AL | levantada — ver acima |
| Manaus | AM | levantada — ver acima |
| Natal | RN | levantada — ver acima |
| Palmas | TO | levantada — ver acima |
| Porto Alegre | RS | levantada — ver acima |
| Porto Velho | RO | levantada — ver acima |
| Recife | PE | levantada — ver acima |
| Rio Branco | AC | levantada — ver acima |
| Rio de Janeiro | RJ | levantada — ver acima |
| Salvador | BA | levantada — ver acima |
| São Luís | MA | levantada — ver acima |
| São Paulo | SP | levantada — ver acima |
| Teresina | PI | levantada — ver acima |
| Vitória | ES | levantada — ver acima |
Seu ente não está na tabela? Como descobrir
- Procure no portal de transparência do ente a seção "Acesso à Informação" ou "Recursos LAI" — ela costuma nomear a instância e o decreto que a criou.
- Leia o decreto ou lei local da LAI (busque por "decreto LAI" mais o nome do ente). É ele que define a instância final, não a lei federal.
- Se o ente usa o Fala.BR, use-o para protocolar — sem supor que a escada é a federal.
- Na dúvida, recorra à autoridade superior. É o primeiro degrau em qualquer ente.
- Esgotada a via administrativa: Ministério Público estadual e Tribunal de Contas do ente.
O que este mapa não é
Não é aconselhamento jurídico e não substitui a leitura do decreto do seu ente. Estrutura administrativa muda por reforma, e um decreto pode ter sido revogado depois desta consulta: o levantamento é de 29 de outubro de 2026, e essa data é parte do dado. Onde o levantamento não conseguiu confirmar, a tabela diz provável em vez de fingir certeza — lacuna declarada é informação, não licença para estimar. Encontrou uma linha desatualizada? Avise, com o link do decreto: correção é contribuição.
Os modelos prontos de pedido e de recurso — para copiar e preencher — estão no kit do cidadão. O calendário de prazos e do que dá para pedir em cada época está em quando fiscalizar.