Sobre
O FiscalizaBSB nasce em Brasília e é mantido como bem público digital: gratuito, com método público e datado, sem anúncio, sem patrocinador, sem cliente e sem tratamento diferenciado para quem quer que seja.
Por que existe
O Estado brasileiro publica uma quantidade enorme de dados oficiais — despesas, votações, contratos, atos. O que falta ao cidadão não é dado: é caminho e método para transformá-lo em entendimento, sem cair em leituras ingênuas nem em acusações sem prova. É essa ponte que as ferramentas daqui constroem.
Quem mantém, e como se sustenta
Uma pessoa. O projeto não tem equipe, conselho, sócio nem entidade constituída, e não recebe dinheiro de ninguém: não há anúncio, patrocínio, doação, assinatura ou cliente. O custo de domínio e hospedagem é pago por quem o mantém, e o tempo gasto aqui é pago pelo trabalho profissional dessa pessoa — que está descrito, com as regras que o separam deste site, em ética e conflito de interesses.
O ritmo é o de uma pessoa: as mudanças saem em rodadas, cada uma registrada com data em o que mudou.
Independência
Quem mantém esta iniciativa exerce atividade profissional de consultoria técnica. As regras que separam as duas coisas — o que essa atividade nunca faz, o que nenhum cliente pode influenciar e como qualquer pessoa verifica isso sem confiar em ninguém — estão declaradas em ética e conflito de interesses. A declaração veio antes de alguém perguntar, que era a promessa. As ferramentas tratam todos os fiscalizados pela mesma régua: a do dado oficial.
Achou um erro?
Escreva para contato@fiscaliza.bsb.br com três coisas: a página (o endereço), o que está errado e, se tiver, a fonte oficial que mostra o certo. Um link para o portal, a lei ou o diário vale mais que qualquer explicação.
- Resposta em até três dias úteis, mesmo que seja só para dizer que a conferência está em andamento.
- Toda correção fica registrada em o que mudou, como correção: o que estava errado, desde quando e o que mudou. Nada é corrigido em silêncio.
- Seu nome só aparece se você quiser.
- Quando não dá para confirmar, a linha não é apagada nem mantida como certa: ela passa a dizer parcial ou provável, com a nota do que faltou.
Perguntas que costumam fazer
Vocês são de algum partido? Apoiam alguém?
Não. O site não recomenda nem desaconselha voto ou candidatura, não nomeia político e não tem página sobre pessoa. As regras estão em princípios, e qualquer pessoa pode conferir se são cumpridas.
Por que não há ranking dos piores municípios?
Porque ranking de ente é lido como julgamento de quem governa e quase sempre mede o tamanho da cidade. O site ensina a comparar sem esse erro: valor por habitante e como ler um gráfico.
Então por que vocês publicam a matriz que os Tribunais de Contas usam para dar nível aos portais?
Porque a régua é pública e é dela que o cidadão precisa para conferir o portal do seu governo. A página da matriz nacional de transparência mostra os critérios e deixa você marcar o que encontrou, mas não calcula índice nem nível: o resultado oficial é do Tribunal de Contas, com validação própria. O mesmo vale para as ferramentas que conferem licitações, contratos e preços: elas devolvem perguntas sobre o arquivo que você trouxe, nunca uma nota (sinal não é prova).
Quem paga?
Ninguém. É gratuito, sem anúncio e sem patrocínio, e não é uma entidade constituída; o custo é de quem mantém. Detalhe acima.
Qual a relação com a consultoria de quem mantém?
Está declarada em ética e conflito de interesses: o que a consultoria nunca faz, o que nenhum cliente pode influenciar e como conferir isso.
O código é aberto?
Não. O repositório é fechado por decisão. O que é verificável é o registro público e datado de toda mudança, em o que mudou, e o conteúdo é livre sob CC BY 4.0.
O dado de vocês está errado no meu estado.
Obrigado: escreva com o link oficial. Cada linha dos mapas já diz se está verificada, parcial ou provável, e a correção sai com data no registro.
Vocês coletam dado de quem usa?
Não. Sem cookie, analytics nem formulário; o que você digita numa ferramenta fica no seu navegador. O que a hospedagem vê está em privacidade.
Vocês protocolam o pedido por mim?
Não. O site prepara o texto e indica o canal; quem protocola é você, no órgão, que é quem tem o dever de responder. O caminho está em fazer um pedido.
Vocês investigam denúncias?
Não. Este site não apura. Ele indica quem apura e como levar o caso: tribunal de contas, Ministério Público ou ouvidoria.
Como posso ajudar?
Usando e apontando erro. Não há doação nem voluntariado formal. Para acompanhar sem dar e-mail, há o feed de mudanças.
Como citar
Cite a página que você usou, com a data de acesso — o site muda, e o registro diz o quê e quando. Um formato que funciona:
FISCALIZABSB. Mapa recursal da Lei de Acesso à Informação. Disponível em: https://fiscaliza.bsb.br/lai. Acesso em: 26 out. 2026.
Licença
O conteúdo — textos, mapas, modelos, guias e o registro de mudanças — está sob Creative Commons Atribuição 4.0 (CC BY 4.0): copie, adapte e use, inclusive comercialmente, citando "FiscalizaBSB (fiscaliza.bsb.br)", a página usada e a data de acesso. O código segue a licença MIT. Os textos de lei e os dados oficiais citados pertencem às suas fontes, e seguem os termos delas. Licença declarada em 13/10/2026.
Contato
Correções, sugestões e pedidos de retificação: contato@fiscaliza.bsb.br. Notificação de falha de segurança: security@fiscaliza.bsb.br (detalhes em privacidade). Pergunta sobre conflito de interesses é respondida como qualquer outra — com fato e data (as regras estão em ética).