Gráfico de barras
A pergunta é "quanto cada um, lado a lado": quanto cada município recebeu, quanto cada função do orçamento consumiu, quantos dias cada órgão levou para responder. Cole a tabela, escolha as duas colunas e o desenho aparece. Nada é enviado: a conta roda no seu navegador.
Os dados
As colunas e o recorte
O desenho
Os números do desenho
Como não se enganar com uma barra
- A base é o zero, e aqui isso não é opção. Barra é comparação por comprimento. Começar o eixo em 90 faz 100 parecer o dobro de 95. É o truque mais comum de gráfico enganoso, e a ferramenta não o oferece.
- Ranking precisa de denominador. "A cidade que mais gastou" quase sempre é a maior cidade. Antes de comparar valores absolutos, considere dividir pela população — e compare entes de porte parecido.
- "Outros" existe para você ver o que ficou de fora. Ao limitar aos N maiores, o restante vira uma barra somada e um aviso com o percentual. Um top-10 sem isso esconde o tamanho do que não apareceu.
- Reais de anos diferentes não se comparam direto. R$ 1 milhão de 2015 não é R$ 1 milhão de 2025. Corrija pela inflação antes de pôr os dois no mesmo gráfico.
- Rótulo repetido é somado. Se a mesma cidade aparece em duas linhas, a ferramenta soma e avisa. Confira se era isso mesmo que você queria.
O que esta ferramenta não faz
- Não busca o dado. Você traz a tabela. É deliberado: a fonte fica na sua mão, e o site não hospeda dado de atuação de ente nenhum.
- Não envia nada. Não há servidor para onde enviar. A política de segurança desta página proíbe qualquer requisição de rede, inclusive ao próprio site — é por isso que não existe botão de "salvar na nuvem".
- Não conclui. Uma barra maior não é um veredito. Quem apura conduta é o Tribunal de Contas e o Ministério Público.