Gráfico de linha
A pergunta é "como isso mudou ao longo do tempo": a despesa de uma função ano a ano, o número de pedidos respondidos mês a mês, o prazo médio de resposta. Cole a tabela com uma coluna de período e uma de valor. Nada é enviado: a conta roda no seu navegador.
Os dados
As colunas e o recorte
O desenho
Os números do desenho
Como não se enganar com uma linha
- O intervalo escolhido decide a história. A mesma série contada de 2015 a 2019 ou de 2015 a 2025 pode subir ou cair. Mostre o período inteiro que você tem, e diga por que parou onde parou.
- Eixo que não começa em zero exagera tudo. Aqui a base é o zero por padrão. Cortar é às vezes necessário — variação de 1% sobre um valor enorme some no zero —, mas então o aviso vai impresso na imagem, porque ela circula sem a página.
- Buraco na série não é linha reta. Período sem dado interrompe o traçado. A reta que atravessa o vazio é uma afirmação sobre um número que ninguém publicou.
- Reais de anos diferentes precisam de correção. Uma linha de despesa em reais correntes sobe mesmo quando o poder de compra cai. Corrija pela inflação antes, e diga qual mês virou referência.
- Não há linha de tendência aqui, de propósito. Ela sugere causa e projeta futuro. Este site não faz nem uma coisa nem outra: desconfiar do próprio gráfico é parte do método.
O que esta ferramenta não faz
- Não busca o dado. Você traz a tabela. É deliberado: a fonte fica na sua mão, e o site não hospeda dado de atuação de ente nenhum.
- Não projeta. Nenhuma extrapolação, nenhuma previsão. O gráfico mostra o que aconteceu, e ponto.
- Não conclui. Uma linha que sobe não é um veredito. Quem apura conduta é o Tribunal de Contas e o Ministério Público.