Ver os dados
Um gráfico não descobre nada sozinho: ele torna visível uma pergunta que você já tinha. Por isso as ferramentas abaixo estão organizadas pela pergunta que respondem, e não pelo nome do desenho. Escolha a pergunta; a ferramenta vem junto.
O que vale para todas
- O dado é seu e continua seu. Você cola a tabela ou escolhe o arquivo; a conta roda no seu navegador. Não há envio — a política de segurança deste site proíbe qualquer requisição de rede, inclusive ao próprio site. É a mesma decisão que faz o site não hospedar dado de atuação de ente nenhum.
- Toda ferramenta publica a tabela dos números que desenhou, e deixa baixá-la. É o que permite conferir a conta, refazer o cálculo e citar um número num pedido ou numa representação. Uma verificação automática reprova a publicação de um gráfico sem ela.
- Exporta SVG e PNG para usar em relatório, denúncia ou post. A imagem traz o endereço da ferramenta e a fonte que você declarou, para quem receber poder refazer o caminho.
- A configuração fica no link, os números não. Título, ordem e recorte vão para o endereço, então o link reproduz a mesma vista. O conteúdo que você colou nunca vai — ele apareceria no histórico do navegador e em qualquer link compartilhado.
- Nenhum gráfico ranqueia pessoas. O rótulo é sempre o ente, o órgão ou a função. É a mesma regra que vale para todo o resto do site.
Qual é a sua pergunta?
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Quanto cada um, lado a lado?
Barras — Duas colunas: um rótulo (município, função, órgão) e um número.
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Como isso mudou ao longo do tempo?
Linha e série temporal — Uma coluna de período (2025, 2025-03 ou 03/2025) e uma de valor; uma terceira, opcional, separa em várias séries.
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O meu município segue o padrão dos vizinhos?
Pequenos múltiplos — Três colunas: período, valor e o nome da série. Um painel por série, até 24.
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O dinheiro previsto está saindo, e quando?
Curva de execução — Período (mês ou bimestre) e até três colunas: empenhado, liquidado e pago; mais a dotação atualizada.
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Quem subiu e quem caiu entre dois momentos?
Inclinação — Três colunas: o nome do item e os dois momentos. Item com só um dos dois fica de fora.
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Que fração do todo é esta parte?
Waffle — Duas colunas: o nome da parte e o valor. Rótulos repetidos são somados.
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O que domina este total?
Treemap — Duas colunas: o nome da parte e o valor. Rótulos repetidos são somados; negativos e zeros ficam de fora.
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O meu município é incomum?
Histograma — Uma coluna de números, uma linha por ente ou por ocorrência. O valor a situar é informado à parte.
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Estes dois números andam juntos?
Dispersão — Três colunas: o nome do ente e os dois números. Uma quarta, opcional, vira o tamanho do círculo.
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Isto está perto do limite que a lei estabelece?
Marcador — Um percentual da receita corrente líquida, lido no RGF do ente, e o limite do Poder correspondente.
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Onde isso está acontecendo, e em que ordem no tempo?
Mapa de pontos — Uma linha por ocorrência, com município e UF; data e rótulo são opcionais, e a data liga a animação.
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Do que foi autorizado, quanto virou compromisso, entrega e pagamento?
Fluxo do orçamento — Cinco números do relatório fiscal: dotação inicial e atualizada, empenhado, liquidado e pago.
Ver todas funcionando
Cada ferramenta tem um exemplo embutido, montado com dado institucional deste próprio site — municípios por recorte territorial, o estado dos canais verificados, o registro de mudanças. Nenhum é dado de atuação de ente nenhum, e o link abre a ferramenta já com ele carregado:
- barras — os municípios de cada recorte territorial, lado a lado
- série temporal — as mudanças registradas neste site, por mês e tipo
- inclinação — o próprio site antes e depois deste bloco de rodadas
- waffle — os 33 municípios da RIDE, por estado
- treemap — municípios por recorte, em área
- dispersão — municípios e população por estado, duas medidas que andam juntas por um motivo banal
- histograma — a distribuição dos municípios por unidade da federação, com Goiás em destaque
- marcador — despesa com pessoal contra o limite da LRF, com números hipotéticos
- mapa — os Ministérios Públicos de Contas, por estado
- valor por habitante — a inversão de um ranking, com números hipotéticos em municípios reais
- corrigir pela inflação — o mesmo R$ 1 milhão em quatro anos diferentes
- limpar — um CSV de portal com sete defeitos de uma vez
- validar — uma tabela com nove erros de forma plantados
- juntar — duas tabelas que casam em parte, com o resto à vista
- citar — a citação de um relatório fiscal em três formatos
Antes de desenhar
- De onde veio o número? Anote a fonte no campo que cada ferramenta oferece: ela sai impressa na imagem exportada. Gráfico sem fonte não serve para cobrar ninguém — e é o primeiro ponto que a outra parte vai atacar.
- O número é comparável? Dois entes só se comparam pelo mesmo relatório, o mesmo período e o mesmo recorte. Reais de anos diferentes precisam de correção pela inflação antes de entrar no mesmo desenho.
- O que o gráfico não mostra? Toda escolha de recorte esconde algo. Diga no texto o que ficou de fora — é o que separa uma peça honesta de uma peça de propaganda, e como ler um gráfico tem a lista completa do que conferir.