Inclinação: quem subiu e quem caiu
A pergunta é "o que mudou entre dois momentos": antes e depois de uma lei, dois exercícios, dois quadrimestres. Barras lado a lado respondem "quanto"; a inclinação responde em que direção e com que intensidade, que é outra pergunta. Nada é enviado: a conta roda no seu navegador.
Os dados
As colunas e os rótulos
O desenho
Os números do desenho
Como ler uma inclinação
- A escala é a mesma dos dois lados. Se cada coluna tivesse a própria, as retas mostrariam posição relativa e não mudança — e a inclinação, que é o conteúdo do gráfico, viraria enfeite. Aqui ela é única, e por isso um item que sobe cruza os que descem.
- Dois pontos não são uma tendência. Entre eles pode ter havido qualquer coisa. Se você tem a série inteira, a série temporal conta uma história mais honesta.
- A escolha dos dois momentos é o argumento. Trocar o ano de partida muda quem sobe e quem cai. Diga por que escolheu esses dois, e desconfie de quem não diz.
- Partir de zero não tem percentual. A variação percentual não existe quando o valor de partida é zero; a reta aparece, o número não, e a ferramenta explica.
- Reais de anos diferentes precisam de correção. Dois exercícios sem corrigir pela inflação mostram alta onde houve queda de poder de compra.